24/04/2008

estranha analogia

hoje de manhã ao vir para a faculdade pensei que hoje devia ser o dia municipal de cortar a relva aqui em lyngby, acho que vi no mínimo 3 máquinas de cortar relva em operacao durante o caminho todo.

agora acabo de reparar que 3 pessoas daqui do departamento apareceram hoje com um corte de cabelo, e de algum modo estabeleci uma ligacão entre isto e a relva cortada.

mas se calhar estou só a atrofiar por causa de deadline-stress.

22/04/2008

queria ainda agradecer

às surpresas do post abaixo por terem trazido a primavera cá para cima, que estava difícil. mas desde quinta feira que o sol brilha horas e horas, e não há qualquer vestígio de branco no céu do dia...

bem se calhar isto é o verão!

21/04/2008

a melhor das supresas

não é uma, nem duas, são três!!!!!!!!!
<3
( e se alguns de nós têm caras estranhas, a culpa é do fotógrafo)

17/04/2008

teaser

eles estão quase a voltar...

14/04/2008

coisas estranhas acontecem em lyngby

aqui há dias estava eu a pedalar pelo caminho que faço todos os dias e olho para a esquerda e deparo-me com isto:
surreal? naaaaaaaaaaaaaaaa.....

facto

por muito dinamarquesa que eu eventualmente me possa sentir se ficar por cá mais uns tempos, nunca serei capaz de esperar pelo sinal verde para atravessar a estrada se não estiver a passar nenhum carro, ou de me deslocar até à passadeira mais próxima que fica a 100 m de distância quando posso atravessar ali mesmo à minha frente.

10/04/2008

post

hoje, ao voltar de (mais) um concerto à pala, senti-me extremamente civilizada quando me apeteceu pôr os pés no banco da frente do comboio (suburbano mais confortável do mundo), e quando para tal feito usei um dos muitos jornais diários gratuitos diariamente abandonados nos transportes públicos. sim, porque aqui na dinamarca, tal como em portugal, também há jornais diários gratuitos! (private joke)

desde que uma vez no metro de lisboa, ao voltar para casa de um dia terrível, me lembrei de apoiar a pontinha dos pés no banco da frente, e uma voz assustadora ressoou na carruagem a dizer é favor não apoiar os pés nos banco, nunca mais voltei a repetir a façanha... até hoje :D