10/11/2009
update
Desisto de editar o post abaixo. Estive nisto quase uma hora, a lutar com alinhamentos, links e tipos e tamanhos de letra, e de cada vez que tentava fazer alguma coisa o ecrã ia dar à segunda imagem, que é só das cenas que mais arrepios na espinha me causou (se virem o filme percebem porquê). Ao ponto de ter que usar primeiro o open office e depois o google docs para editar o raio do post, e de o computador me ter bloqueado com a imagem à frente, e de eu estar praticamente sozinha em casa. O Steven Spielberg é que tinha razão.
09/11/2009
paranormal activity
Sempre defendi a teoria de que o que causa o suspense e os sustos na maioria dos filmes é a música. E o que determina que pelo menos nos próximos minutos não vai acontecer nada que nos vai fazer saltar da cadeira é também a música. Mas atenção, saber isto não ajuda a não morrer de medo durante os ditos filmes.
O Paranormal Activity está longe de ser o filme mais assustador de sempre. Mas acho que anda muito próximo da categoria de filme mais assustador de sempre sem banda-sonora. Simples e eficaz, sem grandes efeitos nem artifícios de enredo. Os actores e as suas reacções são credíveis, e o estilo caseiro dá realismo à situação. E põe-nos a pensar se de facto conseguiríamos captar alguma coisa se puséssemos uma câmara de filmar no nosso quarto à noite.
Sobre o fim: parece que há pelo menos 3 diferentes. E todos sabemos que um final pode fazer a diferença. Eu vi o original, antes de o filme ter passado pelas mãos da DreamWorks, e pelo que li da(s) outra(s) hipóteses, acho que é mesmo o único a ver. Consta que podem sacar o tal original aqui (obrigada, cálssio). Um filme para aqueles que sabem apreciar um filme de terror, mesmo quando não aparecem pessoas a ser torturadas, perseguidas, ou o sangue jorra por todos os cantos.
Coincidência ou não, o que é certo é que desde que vimos o filme cá em casa começaram, achamos nós, a fazer obras no andar de cima, o que origina barulhos estranhos nas paredes, nos canos e no tecto a toda a hora. Já dizia o Steven Spielberg que o filme estava assombrado.
06/11/2009
primeiro
Eu já adorava a Alison. Ela tem O PODER. Estava com um bocadinho de medo do Jack, não sei bem porquê, mas tinha medo de ficar desiludida. Mas não, ele é fofinho. Não é bem a mesma coisa que a VV com o Hotel, é diferente, mas também é giro. E vestem-se todos de preto, não há cá trajes esquisitos à rockstars com a mania.
30/10/2009
29/10/2009
solidariedade no gabinete
(toca o telefone)
office mate#1 Podes atender? Se for a senhora da VWR para falar comigo, diz que estou, sei lá, noutro sítio qualquer, que não estou aqui!
office mate#2 Ok. E depois se telefonar o fulano tal, diz também que eu não estou e que depois lhe ligo, ok?
office mate#1 Se calhar devíamos fazer uma espécie de lista negra...
office mate#1 Se calhar devíamos fazer uma espécie de lista negra...
após algumas audições de phrazes for the young
É oficial: o Julian é genial.
As letras são tão boas tão boas que só me apetece citá-las em todos posts e actualizações do facebook, gmail e afins.
Riffs à la Strokes, com paragens, aumentos súbitos de volume, crescendos contagiantes, e que quando menos se espera nos trocam as voltas todas. Ouvir para crer, até pode ser aí ao lado na Hype Machine.
Já me estou a ver no dia 30 de Novembro na primeira fila da vega, que nem uma adolescente, feita parva a olhar para o rapaz, alternando entre uma espécie de transe e momentos de felicidade indescritíveis, pontuados certamente por algumas escapadelas de histeria, e dependendo da multidão dinamarquesa, muitos saltos em massa ao som das músicas mais a abrir.
PS: É importante, ou não, referir que a mãe dele é dinamarquesa. Seja lá o que for que isso significa.
As letras são tão boas tão boas que só me apetece citá-las em todos posts e actualizações do facebook, gmail e afins.
Riffs à la Strokes, com paragens, aumentos súbitos de volume, crescendos contagiantes, e que quando menos se espera nos trocam as voltas todas. Ouvir para crer, até pode ser aí ao lado na Hype Machine.
Já me estou a ver no dia 30 de Novembro na primeira fila da vega, que nem uma adolescente, feita parva a olhar para o rapaz, alternando entre uma espécie de transe e momentos de felicidade indescritíveis, pontuados certamente por algumas escapadelas de histeria, e dependendo da multidão dinamarquesa, muitos saltos em massa ao som das músicas mais a abrir.
PS: É importante, ou não, referir que a mãe dele é dinamarquesa. Seja lá o que for que isso significa.
24/10/2009
mistério
Andei com uma banana na minha mala, mais ou menos aos tombos, durante mais de 24 h. Quando a comi, não tinha nem uma nódoa negra.
20/10/2009
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